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Mercado de escritórios de alto padrão retoma crescimento em SP.

O primeiro semestre de 2010 foi marcado pelo ótimo desempenho do mercado de escritórios de alto padrão na cidade de São Paulo. O segmento apresentou atividade mais expressiva no período, após a estagnação registrada em 2009 como conseqüência da crise financeira internacional.

De acordo com um levantamento da empresa multinacional Jones Lang LaSalle, consultoria especializada em pesquisas de mercado imobiliário, nos primeiros seis meses deste ano o estoque total de escritórios de alto padrão cresceu 60 mil m² e fechou o semestre com 2,5 milhões de m².

A pesquisa também reavalia periodicamente os empreendimentos. Os dados apontam uma redução de 1% no estoque entregue.

O desempenho é decorrente da reclassificação de edifícios. Os empreendimentos têm caráter dinâmico, sendo levados em conta a incorporação de novas tecnologias e sua difusão no mercado.

De acordo com a consultoria, para o segundo semestre a projeção é de que 100 mil m² de novos escritórios ingressem no mercado corporativo de alto padrão. A perspectiva de novo estoque este ano em São Paulo é de 160 mil m², 11 % inferior ao volume entregue no ano anterior, que foi de 185 mil m².

Em 2008 e 2009, o setor sofreu uma paralisação na atividade. Porém sem retração. Já no primeiro semestre deste ano, houve uma atividade mais expressiva, especialmente por causa da alta demanda que fez recuar a taxa de vacância no período.

VACÂNCIA E ABSORÇÃO

O final do ano passado registrou 9% de espaços vagos nos escritórios de alto padrão na capital paulista. No primeiro trimestre de 2010, a taxa de vacância cresceu para 11%, devido à entrega de novo estoque e voltou a recuar, fechando o primeiro semestre em 8,5%. O índice foi puxado pela alta demanda.

Segundo os levantamentos, o mercado contou com 95 mil m² de absorção líquida no semestre, o que representa 70% do total absorvido em 2009. Se no segundo semestre a demanda se mantiver no mesmo patamar, a perspectiva é de que o setor chegue ao final do ano com vacância em torno de 6%.

A pesquisa aponta maior demanda nas regiões consideradas nobres, com 80% do total do mercado, especialmente na Berrini, que ainda apresenta oferta de espaços.

Em relação aos valores de locação, os índices permanecem estáveis. A média no primeiro semestre foi de R$ 74/m², considerando espaços classe AA e A de todas as regiões, o que representa um acréscimo de 3 % em relação a 2009.

Já o tipo de ocupação de escritórios na cidade, 57% concentram o setor de serviços, 18% são sedes corporativas de indústrias e 15% são ocupadas pelo setor financeiro.

REPORTAGEM EXIBIDA NA REVISTA PREMIUM CORPORATE & OFFICES
FONTE: * JONES LANG LASALLE

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